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A resposta aos terremotos na Venezuela será uma operação de longo prazo, segundo Elinor Raikes, vice-presidente e chefe de implementação de programas do IRC (Comitê Internacional de Resgate, na sigla em inglês).
Raikes disse à Reuters que, diante dos danos significativos sofridos pelo país, sua organização está buscando formas de reforçar os serviços públicos e fornecer itens de assistência essenciais.
“Mas é preciso pensar também no longo prazo”, afirmou ela.
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“A resposta aos terremotos levará meses, e não semanas”, acrescentou.
Raikes destacou que a mobilização de ajuda é um desafio devido à situação da infraestrutura na Venezuela. Com danos no principal aeroporto do país, é difícil transportar suprimentos em grande escala.
O IRC dispõe de materiais de ajuda na vizinha Colômbia, mas precisa de acesso a aeroportos para levá-los à Venezuela.
Nos próximos dias, segundo Raikes, as equipes do IRC concentrarão esforços em levar itens básicos, como alimentos, água e abrigo, às pessoas necessitadas, bem como em fornecer suprimentos médicos aos serviços de saúde.
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