O filho do ministro israelense Bezalel Smotrich sofreu ferimentos leves durante uma operação militar israelense na fronteira entre Israel e Líbano, segundo o porta-voz do ministro.

Smotrich é ministro das Finanças de Israel e membro do gabinete de segurança.

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Na quinta-feira (5), enquanto as Forças de Defesa de Israel (IDF) intensificavam seus ataques contra o Hezbollah no Líbano, ele fez uma declaração na cerca da fronteira entre Israel e o Líbano, na qual alertou que o sul de Beirute seria reduzido a escombros.

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“Vocês queriam trazer o inferno sobre nós e o trouxeram sobre si mesmos. Dahieh ficará parecida com Khan Younis”, disse Smotrich.

Dahieh é um subúrbio ao sul de Beirute que Israel considera um reduto do Hezbollah. Khan Younis é uma cidade no sul de Gaza que foi praticamente arrasada pelos bombardeios israelenses durante a guerra em Gaza.

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O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

Por que é possível classificar conflito no Oriente Médio como guerra?

FONTE/CRÉDITOS: Mariana Valbão