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O desastre de Chernobyl, considerado a maior tragédia nuclear da história, completa 40 anos. No dia 26 de abril de 1986, o reator número 4 da usina nuclear de Chernobyl, então parte da União Soviética, explodiu durante um teste de segurança mal conduzido. Quatro décadas depois, o acidente permanece como o mais grave desastre nuclear da história em termos de impacto ambiental e liberação de material radioativo.
O reator envolvido era do tipo RMBK 1000, um modelo soviético moderado a grafite e refrigerado à água, conhecido por sua instabilidade em baixas potências. Na noite do acidente, operadores tentavam simular uma queda de energia e em menos de 10 segundos, a energia do reator disparou para mais de 30.000 MW térmicos, quase 10 vezes sua capacidade.
O superaquecimento causou duas explosões sucessivas que destruíram o núcleo e lançaram material radioativo na atmosfera. A nuvem radioativa atingiu grande parte da Europa, com níveis elevados detectados desde a Ucrânia até Escandinávia. Aproximadamente 116.000 pessoas foram evacuadas inicialmente da zona de exclusão, 30 km ao redor da usina, número que chegaria a mais de 350.000 pessoas ao longo dos anos seguintes.
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