Após ter sua prisão preventiva restabelecida por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal), Monique Medeiros retornou ao Instituto Penal Talavera Bruce, em Bangu.

No entanto, a ré, acusada pela morte do filho Henry Borel, não foi acompanhada pelo gato que adotou na unidade carcerária e que havia levado para casa ao ser solta em março.

A defesa de Monique confirmou que pretende formalizar um pedido junto à direção da penitenciária para que o animal de estimação possa permanecer com ela na cela.

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O felino foi adotado pela detenta em um período anterior de custódia e estava sob seus cuidados fora da prisão nos últimos meses.

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Contexto jurídico e retorno ao cárcere

A nova ordem de prisão foi assinada pelo ministro Gilmar Mendes, atendendo a recursos da assistência de acusação e da Procuradoria-Geral da República.

O magistrado destacou que a liberdade da ré poderia comprometer a ordem pública e a instrução do processo. Monique responde pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo, fraude processual e falsidade ideológica.

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Julgamento marcado

Monique aguarda agora o júri popular, previsto para ocorrer no final de maio no Rio de Janeiro.

Ela será julgada juntamente com o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, que permanece preso no Complexo de Gericinó. O caso investiga a morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em março de 2021 após o menino sofrer 23 lesões corporais.

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FONTE/CRÉDITOS: robertosouza